O Aprimoramento dos Métodos Espíritas

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O Aprimoramento dos Métodos Espíritas só poderá ser discutido quando esclarecermos alguns pontos de sua prática, e começaremos com o conceito de terapia. Podemos considerar que terapia representa um conjunto de práticas, mas que visam o reestabelecimento do equilíbrio e da harmonia de um indivíduo e, portanto, o terapeuta será a pessoa que possua os conhecimentos indispensáveis sobre os processos intrincados que regem a relação mente e corpo. O Aprimoramento dos Métodos Espíritas em suas funções terapêuticas O Aprimoramento dos Métodos Espíritas em suas funções terapêuticas, portanto, impõe necessariamente o conhecimento de certos conceitos básicos: Quando falamos, portanto, em conhecimentos indispensáveis obviamente estamos a considerar que toda e qualquer prática terapêutica estará condicionada a estudos e experimentações científicas, bem como atualizações sistematizadas para que criemos uma metodologia que assegure resultados concretos e eficazes. O Aprimoramento dos Métodos Espíritas e seu conjunto de etapas Um método científico é um conjunto de etapas que deve ser seguido para que um estudo seja considerado científico. Conquanto será sempre o método científico que validará uma pesquisa como um conhecimento verdadeiro, livre de conceitos prévios ou subjetividade dos pesquisadores. As etapas do método científico envolvem: A Comunidade Espírita e as Bases de Estudo Trouxemos até aqui uma informação útil à lembrança da comunidade espírita de como Allan Kardec organizou a literatura básica e norteadora dos princípios estruturantes do espiritismo: ciência, filosofia e religião. Gostaríamos, no entanto, que este conteúdo alcançasse o maior número possível de espiritista ou simpatizantes da doutrina espírita para as questões que abordaremos à seguir, pois que, normalmente, não encontramos espaço nos núcleos espíritas para dialogação ou estudos sérios no campo da ciência espírita. É claro que consideramos a existência de lideranças centralizadas interessadas em nortear os rumos dos movimentos espiritistas. Tais lideranças, muito bem-intencionadas, mas sem o know how próprio dos experimentadores científicos, baseiam suas pesquisas em inúmeras obras literárias e passam a orientar as associações espiritistas sobre “COMO FAZER” -, isso ou aquilo. Assim é que acontece a propagação do MÉTODO empregado nas casas espíritas, absolutamente carecente de validação científica, portanto, passando à categoria de pseudociência; conquanto, isso não signifique que não ocorra efeitos patentes e benéficos através da terapêutica magnética. Mas se Kardec recomendou-nos a necessidade de considerarmos o casamento da ciência e do espiritismo é porque este último, o espiritismo, poderia ofertar à humanidade muito mais do que vem ofertando atualmente. O Suporte para Aprimoramento dos Métodos Espíritas Muito embora não se cumpram as exigências para que a metodologia espírita tenha um condão científico, outras pesquisas sérias, realizadas por autoridades científicas, no campo da energia e matéria (aura, ectoplasma, etc); assuntos bem difundidos também no seio espírita, nos permitem considerar que todo o indivíduo ou grupo tem certo potencial para produzir efeitos benéficos e/ou curativos uns sobre os outros. É isso que confia às técnicas espiritistas a valoração de prática terapêutica, sem, contudo, haja registros ou relatórios científicos conclusivos; ou seja, comprovando-se pela repetição satisfatória dos resultados obtidos, que a metodologia proposta realmente está validada cientificamente. O que estamos a apresentar até o presente momento, aparentemente, pode até parecer uma tese complicadora para o cenário da terapêutica espírita; no entanto, asseguramos que, sem fuga do caráter esclarecedor da doutrina espírita, nossas considerações não são fruto de personalismo ou utopia. E se ainda aparentar mera utopia, lembre-se de que a utopia de hoje será a realidade no amanhã. O Aprimoramento dos Métodos Espíritas – O Espiritismo e a Ciência Justificamos tudo o que dissemos até agora, baseando-nos em o livro A Gênese. No capítulo primeiro, o mestre lionês, Allan Kardec, já nos esclarecia de que o Espiritismo e a Ciência se completam reciprocamente; a Ciência, sem o Espiritismo, se acha na impossibilidade de explicar certos fenômenos só pelas leis da matéria; ao Espiritismo, sem a Ciência, faltariam apoio e comprovação. A Ciência Espírita – José Herculano Pires Já em o livro Ciência Espírita, do autor, José Herculano Pires (página 13) encontramos um trecho significativo que passaremos a compartilhar: “Depois de Kardec ninguém mais pesquisou e os espíritas se entregaram a rememorar os feitos do passado. Se tivéssemos feito isso, simplesmente isso, já teríamos mantido viva a tradição doutrinária, vigorosamente apoiada em séries infindáveis de pesquisas mundiais, realizadas por nomes exponenciais das Ciências.“ “Mas a verdade é que não houve solução de continuidade na investigação, mas simples diversificação das experiências em várias áreas culturais, acompanhada de renovações metodológicas.“ “A escassez do elemento humano interessado na busca da realidade pura não lhe permitiu a expansão necessária.” Invariavelmente testemunhamos este desinteresse na busca da verdade em muitos núcleos espíritas por onde passamos. Intentar qualquer conversação amigável quase nunca é visto com bons olhos. A preservação de velhas práticas aparentemente é a predileção dos associados mais antigos que lideram seus grupos com mãos de ferro. Sãos os famigerados “donos do centro” que respeitam e admiram reciprocamente apenas àqueles que lhes compartilham o ideal. Herculano Pires ainda nos alerta em sua obra que: “A Ordem Divina é regida por Deus, mas a ordem humana é dominada pelo homem, no aprendizado da vida terrena. Se não conseguirmos despertar os homens para o urgente desenvolvimento da Ciência Espírita, nada mais teremos do que a cultura terrena em que vivemos, de olhos fechados para o alvorecer dos novos tempos.” Quando a Metodologia não se Torna Eficiente Há muito percebemos um aumento exponencial do número de consulentes que recorrem às instituições religiosas como último recurso para atenuar seus sofrimentos de variada ordem. No mesmo ritmo, portanto, observamos que os resultados por eles obtidos após a Terapêutica Espírita nem sempre correspondem às suas necessidades, ao menos parcialmente. Há ainda um sem número de pessoas a permanecer longo tempo estagiando no mesmo círculo de perturbação sem aparente evolução. É claro que, deveremos considerar, que os padecimentos que se estabelecem no organismo humano, muita vez, representam perturbações crônicas tratáveis e não curáveis (passes e radiações – capítulo 7); enfim, se originaram na alma e se enraizaram no corpo e o melhor a oferecer a este indivíduo, além da terapêutica espírita

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